4 de dezembro de 2008

Que tipo de banner é mais eficaz?

Uma nova geração de empresas está trabalhando em torno da idéia de determinar o que funciona melhor nas peças de publicidade online. Segundo noticia do New York Times, criam centenas de versões dos banners, mudando elementos como cores, fontes, mensagens e procuram ver que combinação promove mais cliques num site especifico ou por parte de um publico especifico. Alguns anunciantes estão usando a informação apenas para saber que banners funcionam melhor, mas uma das empresas provedoras do serviço, a Tumri, defende que a peça ideal é aquela que muda o tempo todo, acompanhando a mudança de conteúdo na pagina. E diz ainda que há muita informação coletada que pode ser aplicada ao processo criativo. Mas "essa nao é necessariamente uma discussão fácil de ter com os grandes diretores de arte", comenta Bant Breen, da Tumri.

 

Fonte: BB e NY Times.

3 de dezembro de 2008

Google lança sistema operacional Cloud

Depois do Chrome, o Google está lançando o sistema operacional Cloud. Anunciado ontem na última segunda-feira, na Netbook World Summit, em Paris, o sistema será vendido com o netbook Gigabyte.
A princípio, o Cloud será apenas uma opção para os usuários que poderão utilizar também o Windows comum.
Com interface semelhante à do Mac OS/X, o sistema para computação em nuvem utiliza o Chrome e integra serviços como Skype, YouTube e outros aplicativos do Google.

Fonte: Redação Adnews

 

2 de dezembro de 2008

Cerveja SOL envia revista congelada a leitores de São Paulo

Dando continuidade à campanha Gelaaaaada, cerveja SOL surpreende em ação de marketing criada pela Fischer América

 

Entre hoje e amanhã, um mailing selecionado receberá a edição de dezembro da Revista Placar congelada. A ação é uma iniciativa da cerveja SOL criada pela agência Fischer América.

Para viabilizar a idéia, que integra a nova campanha de verão da marca, foi montada uma operação especial neste último fim de semana. Ao sair da gráfica, as revistas foram embaladas com uma película plástica duplamente reforçada e depois enviadas para um galpão de manuseio, onde foram congeladas em um molde feito sob medida. Em seguida foram acondicionadas em uma caixa de isopor especial, fechada com uma cinta, para finalmente começar o processo de distribuição aos assinantes, em carros frigoríficos.

Ao abrir a embalagem, o leitor será impactado pelo exemplar de dezembro da Placar com o anúncio da campanha de Sol, dentro de uma barra de gelo. Junto virá um texto com nstruções explicando como descongelar a revista para leitura.

A criação é de Pedro Guerra, Kleyton Mourão e Evandro Soares, com direção de Flávio Casarotti e Pedro Cappeletti. A ação foi viabilizada com o apoio da editora Abril.

 

Fonte: PublicidAd

1 de dezembro de 2008

Web influencia compra de metade dos internautas brasileiros

Uma fatia cada vez maior de brasileiros utiliza a internet como plataforma ativa de consumo. Essa é uma das conclusões da terceira edição do levantamento sobre Internet no Brasil, realizado pela F/Nazca com o apoio operacional do Datafolha.

Dos 64,5 milhões de internautas com mais de 16 anos identificados pela pesquisa, 55% já incluíram algum conteúdo na rede, 51% citam a busca de informação como principal motivo da navegação e 48% levam em consideração a opinião de seus pares publicada na Internet, antes de efetuar uma compra. Além disso, 26% deles já publicaram opinião e 20% fizeram reclamação online sobre algum produto ou serviço.

O estudo apontou ainda que o ativismo do consumidor com acesso à internet aumenta, quanto maior forem a renda e a escolaridade. Entre os internautas com ensino superior completo, por exemplo, 45% já publicaram opinião sobre produto ou serviço. Os dados ganham ainda mais relevância quando se leva em consideração o fato de que a assiduidade é um dos pontos mais marcantes do perfil de navegação no Brasil: 87% dos internautas entram na rede pelo menos uma vez por semana e 38% o fazem todos os dias.

Para Fernand Alphen, diretor nacional de planejamento da F/Nazca, esses dados confirmam a tendência irreversível do consumo colaborativo no País. "O famoso boca-a-boca não tem mais limite geográfico. A nossa pesquisa demonstra que o consumidor está se conscientizando cada vez mais do seu poder e utilizando de maneira ativa e inteligente os recursos disponíveis na rede".

A F/Nazca realiza a pesquisa sobre Internet no Brasil semestralmente. No levantamento de agosto, foram feitas 3.003 entrevistas distribuídas em 172 municípios brasileiros. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, dentro de um nível de confiança de 95%. A amostra foi elaborada com base em informações do Censo 2000 e nas estimativas de 2008.

Fonte: Adnews

Conferência 2008 | Mercado da comunicaçao age como Igrega Católica

Depois do Tiago Pinto falar sobre Nike como um exemplo a ser seguido de marca que sabe dialogar com o consumidor, foi a vez do Marcelo Coutinho, Diretor de Análise do Ibope Inteligência, subir ao palco e provocar a platéia aqui no WTC Convention Center, na Conferência 2008 do Grupo de Planejamento. Segundo ele, a maior parte do mercado de comunicação hoje está agindo exatamente como a Igreja Católica nos tempos em que detinha o monopólio sobre o conhecimento - anunciantes e agências tentam manter o poder sobre suas marcas sendo controladores dos meios e das mensagens. Só que a realidade mudou. Estudo publicado em 2007 pela Edelman, maior agencia de RP do mundo, diz que as fontes mais respeitadas pelos jovens americanos de 24 a 35 anos sao as revistas de negócios  (62%) seguidas pela Wikipédia (55%). A propaganda ficou em ultimo lugar, com 22%.

Boa parte do sucesso do Barak Obama deve-se ao fato de ter percebido isso e ter se colocado nas mãos do consumidor. Entre outras iniciativas, quem se cadastrava no site do político era levado à página mybarackobama.com onde você era estimulado a interagir (por exemplo, montar sua página) e a se manifestar (por exemplo, postar e encaminhar mensagens) em troca de pontos que podiam ser convertidos em camisetas ou entradas para as convenções do partido. E isso é só um pequeno exemplo. As marcas que querem sobreviver a este novo presente (não se pode dizer mais que o mundo digital é o futuro!), precisam deixar de atuar como "comandantes em chefe" e apostarem na construção de um capital social com o qual o consumidor irá querer interagir em troca de satisfação emocional, operacional e/ou financeira. Ainda tem pouca gente fazendo isso bem feito. Resta saber quais serão as marcas que realmente terão coragem de inovar por convicção e deixar a segurança de repetir as velhas fórmulas.

 

Texto de Patricia Marinho, BlueBus

Conferência 2008 | Marcello Tas fala sobre como provocar conversas

Marcelo Tas deixou há pouco o palco da Conferencia de Planejamento do GP 2008 aqui no WTC, em São Paulo. Veio, como homem multimídia que é, para responder a uma pergunta - como provocar conversas? Não bastasse sua história de pioneiro no mundo digital, Tas tem no seu programa atual, o CQC, um exemplo concreto de como fazer o consumidor participar. Segundo ele, para provocar conversas é preciso publicar conteúdo relevante, nao subestimar a inteligência e tocar o coração. Simples assim. Ai é preciso entender o mundo digital e fenômenos como o Twitter para saber usar as ferramentas a favor das conversas. Por exemplo, graças ao Twitter, Tas consegue saber real time o que os consumidores estão pensando e como estão reagindo a seu programa. E ele usa esta informação para melhorar.

Perguntado sobre como as empresas deveriam reagir a este novo cenário, Tas fala de novo sobre o básico que muitas vezes esquecemos. Segundo ele, o primeiro passo seria a empresa deixar de ter tantas certezas e passar a ouvir. Da mesma forma que ele 'ouve' o Twitter. Afinal, segundo um dos princípios básicos da comunicação, o que é comunicado nao é o que fala, é o que se ouve. Mas quais empresas sabem realmente ouvir?

 

Texto de Patricia Marinho, BlueBus

 

Internet que fala será real em cinco anos, prevê IBM



Esta semana, a IBM liberou sua lista anual que prevê as cinco maiores inovações tecnológicas para os próximos cinco anos. Chamado Next Five in Five, o relatório mostrou, este ano, que já se pode esperar por um mecanismo de web que fala, inutilizando teclados e mouse.

Será possível dizer ao Google o que pesquisar, em vez de digitar as palavras-chave, bem como responder e-mails e enviar textos de mensagens instantâneas por meio da fala. A expectativa mais nobre dessa previsão é facilitar a vida de pessoas deficientes.

Na lista, a empresa inclui ainda novas placas para captar energia solar que poderiam se adequar a qualquer superfície, como as janelas de uma casa. As placas são transparentes e podem receber tinta.

Outra novidade importante seria uma espécie de bola de cristal da saúde, em que o usuário poderia saber quais os riscos de doenças genéticas e hereditárias e também aquelas às quais não está sujeito, com base em análise de DNA.

E para aqueles que sempre ficam indecisos na hora de comprar um presente, o assistente de compras digital seria ideal. Esse gadget ajudaria o usuário a escolher presentes fazendo combinações e sugerindo novas peças.

Para completar os cinco itens, a IBM também prevê uma tecnologia de lembretes automáticos. Um sistema inteligente seria encarregado de enviar para os usuários (por meio do celular, por exemplo) mensagens, lembrando a eles as tarefas para ser feitas durante o dia. O núcleo desse sistema seria baseado em uma tecnologia que analisa as conversas que os usuários têm no dia-a-dia e marca os compromissos a partir delas.

De acordo com o Network World, a lista está ligada às expectativas da empresa sobre o que poderia mudar a vida dos humanos nesse curto período de tempo.
"O Next Five in Five é baseado no mercado e nas tendências sociais que, estima-se, já estejam em curso para transformar nossas vidas, bem como em tecnologias emergentes dos laboratórios da IBM ao redor do mundo; (esses três fatores) podem tornar essas inovações possíveis", afirma a empresa em seu site oficial.

Fonte: Adnews